domingo, junho 17, 2012

Exercícios de História - Renascimento Cultural e Revolução Científica na Idade Moderna.

1.Com relação às mudanças na arte e na ciência, no início da idade Moderna, analise as afirmativas abaixo:

I. As ideias de Copérnico abalaram as concepções de mundo da sua época, ao estabelecer as bases científicas do heliocentrismo. 
II. As censuras e as perseguições da Inquisição inibiram descobertas científicas e condenaram sábios, como Giordano Bruno. 
III. As famosas leis formuladas por Isaac Newton serviram de base para o crescimento da ciência moderna, destacando-se também suas noções de espaço e tempo absolutos. 
IV. As mudanças na produção do conhecimento, nos séculos XVI e XVIII, foram acompanhadas por renovações expressivas na arte e na música com Rembrandt, Valázquez, Vivaldi entre outros. 
V. A filosofia de Descartes trouxe renovação importante na forma de pensar o mundo. Depois da análise, conclui-se que estão corretas: 

a) todas as afirmativas. 
b) apenas as afirmativas I e III. 
c) apenas as afirmativas I, II e III. 
d) apenas as afirmativas II e IV. 
e) apenas as afirmativas I, III e IV. 

2. No advento do mundo moderno, foi vivenciada uma verdadeira “Revolução Científica”. Considerando as características que possibilitaram essa Revolução Científica, assinale a alternativa INCORRETA: 

a) As descobertas da chamada ciência moderna foram constituídas a partir de uma grande interação com o passado de civilizações como os gregos e árabes; 
b) O desenvolvimento dos trabalhos dos cientistas foi favorecido pela diminuição da influência da Igreja Católica diante da Reforma Religiosa; 
c) A chamada Revolução Científica, conhecida também como o Renascimento, encontrou maiores estímulos nas tendências humanista e racionalista em desenvolvimento no período; 
d) Essa renovação na ciência foi elemento de fortalecimento da Igreja Católica diante das ameaças da Reforma protestante; 
e) Os avanços científicos viabilizados por uma nova interpretação do papel do homem, com bases em uma postura racionalista foram elementos básicos para o advento do capitalismo. 

3. Renascimento cultural, Reformas religiosas, Expansão marítima: esses três movimentos simbolizam um mundo em transformação. Apresentaram características comuns, mas desenvolveram-se em áreas e com objetivos bastante diferentes. Sobre suas semelhanças e diferenças, podemos destacar que os três movimentos demonstraram o desejo de:

 a) romper com as temáticas religiosas, tão presentes na Idade Média, mas ocorreram em locais bastante distintos: o Renascimento ocorreu na Itália, as Reformas deram-se na Alemanha e na Suíça e a Expansão Marítima partiu da Península Ibérica. 
b) recuperar os valores éticos e estéticos da Antiguidade Clássica, mas buscaram modelos distintos: o Renascimento retomou padrões da arquitetura greco-romana, as Reformas restauraram o politeísmo e a Expansão Marítima reconquistou o Mediterrâneo. 
c) ampliar a influência européia para outras partes do planeta, mas dirigiram seus esforços para regiões variadas: o Renascimento foi levado às colônias africanas, as Reformas lutaram contra o islamismo no Oriente Médio e a Expansão Marítima permitiu a conquista da América. 
 d) valorizar o humano, mas se preocuparam com aspectos diferentes de suas possibilidades: o Renascimento voltou-se a uma visão científica do mundo, as Reformas privilegiaram o livre-arbítrio e a Expansão Marítima rompeu limites da mentalidade medieval. 
e) revitalizar as cidades, mas recorreram a estratégias diferentes: o Renascimento atraiu visitantes aos museus, as Reformas produziram construções de imponentes catedrais e a Expansão Marítima trouxe novas mercadorias para o comércio urbano. 

4.O Renascimento cultural teve sua origem nas mudanças políticas, econômicas e sociais ocorridas a partir da Baixa Idade Média. Foram transformações dos padrões de comportamento, das crenças, das instituições, dos valores espirituais e materiais transmitidos coletivamente e que atingiram a alta burguesia e a nobreza, excluindo os demais segmentos da sociedade.
 (Myriam Mota e Patrícia Braick, História: das cavernas ao Terceiro Milênio) 

Dentre as transformações a que as autoras se referem, é correto mencionar: 

a) a afirmação dos Estados liberais, sob controle da burguesia, a partir da retomada do estudo do Direito Romano nas universidades. 
b) o desenvolvimento das atividades mercantis, que fez surgir uma nova camada social interessada em valorizar o indivíduo e a razão. 
c) o fortalecimento da autoridade dos doutores da Igreja católica, que defendiam a fé como meio de compreensão da realidade material. 
d) a ascensão política das camadas populares, que questionaram a visão de mundo centrada em Deus e incentivaram a crítica e a experimentação. 
e) a consolidação do sistema fabril, substituindo as corporações medievais, devido às novas exigências da economia autossuficiente. 

 5.Sobre o Renascimento, assinale a alternativa CORRETA. 

a) As chamadas grandes navegações não mantinham relação com o mundo renascentista. 
b) Foi um movimento que coincidiu com a falência do Estado Absolutista. 
c) Houve o envolvimento de todas as camadas, principalmente dos segmentos mais populares. 
d) A fé era a medida de todas as coisas. 
e) Inspirados nos valores culturais greco-romanos, os artistas criaram uma arte inovadora. 

 6. Quem deseja conservar suas conquistas deve ter em mente duas precauções: uma é extinguir o sangue do antigo príncipe; outra é não alterar suas leis e impostos. Desse modo, em tempo muito breve elas se integrarão ao principado antigo, formando um único corpo.  
MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe. 

O Renascimento europeu dos séculos XV e XVI anunciava um novo homem, liberto do véu da teologia, envolvido com a natureza que se torna a medida de todas as coisas, capaz de inovar em todos os ramos do conhecimento e suficientemente curioso para ultrapassar as fronteiras da Europa. A inquietação desse homem renascentista deu-lhe a condição de descobridor do Novo Mundo.
  (adaptado de RODRIGUES, Antonio E.M. e FALCON, Francisco J.C. Tempos Modernos. RJ: Civilização Brasileira, 2000.) 

O texto acima apresenta a grande novidade dos Tempos Modernos: o novo homem. A partir dessa conclusão, assinale a opção que indica melhor o potencial de visão desse novo homem. 

a) O homem renascentista construiu um novo mundo - a Ásia -, uma nova filosofia - o Iluminismo - e uma nova forma de religião - o Politeísmo - todos eles resultantes dos contatos com a América. 
b) O homem moderno ocupou-se, principalmente, em construir uma nova religião, amparada no conceito de natureza, povoada de mitos antigos e baseada no sistema politeísta persa. 
c) O homem renascentista, preocupado com o seu corpo, desenvolveu as artes como primeiro e absoluto instrumento de realização de sua beleza, levando-o a um processo de alienação que o fez voltar à religiosidade medieval. 
d) O caráter universal é a marca que recebe esse homem renascentista, pois a universalidade era a virtude que o colocava no mesmo nível de Deus; por isso, tantas representações literárias e artísticas voltadas para o universo religioso no período. 
e) O homem renascentista, apegado à natureza, construiu um novo mundo, que se compunha de uma nova economia - o mercantilismo -, de uma nova política - os Estados modernos - e de um novo lugar de onde ele olhava todas essas coisas: a cidade moderna. 

7. O Renascimento europeu dos séculos XV e XVI anunciava um novo homem, liberto do véu da teologia, envolvido com a natureza que se torna a medida de todas as coisas, capaz de inovar em todos os ramos do conhecimento e suficientemente curioso para ultrapassar as fronteiras da Europa. A inquietação desse homem renascentista deu-lhe a condição de descobridor do Novo Mundo. 
 (adaptado de RODRIGUES, Antonio E.M. e FALCON, Francisco J.C. Tempos Modernos. RJ: Civilização Brasileira, 2000.) 

O texto acima apresenta a grande novidade dos Tempos Modernos: o novo homem. A partir dessa conclusão, assinale a opção que indica melhor o potencial de visão desse novo homem. 

 a) O homem renascentista construiu um novo mundo - a Ásia -, uma nova filosofia - o Iluminismo - e uma nova forma de religião - o Politeísmo - todos eles resultantes dos contatos com a América. 
b) O homem moderno ocupou-se, principalmente, em construir uma nova religião, amparada no conceito de natureza, povoada de mitos antigos e baseada no sistema politeísta persa. 
c) O homem renascentista, preocupado com o seu corpo, desenvolveu as artes como primeiro e absoluto instrumento de realização de sua beleza, levando-o a um processo de alienação que o fez voltar à religiosidade medieval. 
d) O caráter universal é a marca que recebe esse homem renascentista, pois a universalidade era a virtude que o colocava no mesmo nível de Deus; por isso, tantas representações literárias e artísticas voltadas para o universo religioso no período. 
e) O homem renascentista, apegado à natureza, construiu um novo mundo, que se compunha de uma nova economia - o mercantilismo -, de uma nova política - os Estados modernos - e de um novo lugar de onde ele olhava todas essas coisas: a cidade moderna. 

8. O quadro que Leonardo da Vinci revela uma das facetas do grande artista do Renascimento que durante a vida transformou sua experiência de mundo em arte, sempre pronto a inovar. Essa criatividade levou Leonardo da Vinci a ser conhecido como um homem que 

a) transformou a arte da escultura ao expressar através dela a grandeza da vida espiritual. 
b) abdicou de sua riqueza para se dedicar à pintura de personagens da Corte de Florença. 
c) se envolveu com a natureza, com a sociedade e com todos os ramos de artes, de modo tão intenso que passou a ser conhecido como um artista-cientista. 
d) se dedicou às artes e às ciências através da teoria do direito divino, aplicada nos seus exercícios de anatomia. 
e) participou de várias sociedades secretas que tinham por objetivo reescrever os textos bíblicos com o intuito de apresentar a verdadeira face de Jesus. 

9. Em 1516, o escritor inglês Thomas Morus publicou o livro A Utopia, em que imaginava uma cidade perfeita. Uma das leis dessa cidade ordena que ninguém seja censurado pela religião que professa. O rei Utopos, no início da nação, ao ouvir dizer que os habitantes da ilha estavam, até à sua chegada, em permanentes discussões e lutas por causa de suas religiões [...] promulgou um decreto que declarava que cada homem podia seguir a religião que quisesse, e que poderia fazer todo o possível para conquistar a adesão dos outros, com a condição única de o fazer calmamente, com sobriedade e doçura, sem invectivas e desprezo por eles.  
MORUS, Thomas. A Utopia. São Paulo: Martin Claret, 2002. p. 102. 

Criticando a situação vivida pela Europa naquele momento, o trecho se refere, especificamente, 

 a) às tentativas de intromissão dos reis absolutistas nos assuntos religiosos, com o intuito de assumirem o poder religioso. 
b) às tensões decorrentes das cisões ocorridas na cristandade, das quais resultou a formação da Igreja Ortodoxa Grega. 
c) à emergência de idéias religiosas que pregavam o fim do cristianismo, como as heresias do período renascentista. 
 d) à intolerância da Igreja Católica diante de outros credos religiosos, contrariando os ideais do cristianismo. 

10. Nicolau Maquiavel (1469-1527) escreveu em O Príncipe: E como disse ter sido necessário, para que conhecesse a virtude de Moisés, que o povo de Israel estivesse escravizado no Egito; [...] - assim, presentemente, querendo-se conhecer o valor de um príncipe italiano, seria necessário que a Itália chegasse ao ponto em que se encontra agora. Que estivesse mais escravizada do que os hebreus, mais oprimida do que os persas, mais desunida que os atenienses, sem chefe, sem ordem, batida, espoliada, lacerada, invadida, e que houvesse, enfim, suportado toda sorte de calamidades. [...] Assim, tendo ficado como sem vida, espera a Itália aquele que lhe possa curar as feridas e ponha fim ao saque da Lombardia, aos tributos do reino de Nápoles e da Toscana, e que cure as suas chagas já há muito apodrecidas.[...] Vê-se, ainda, que se acha pronta e disposta a seguir uma bandeira, uma vez que haja quem a levante.  
MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe. São Paulo: Nova Cultural, 1991. p. 107-108. 

Considerando o fragmento acima e o momento histórico dessa obra, é possível afirmar que Maquiavel 

 a) defendeu que, ao príncipe, seria mais seguro ser amado do que temido pelos seus súditos, concordando com a concepção tomista, que influenciava o pensamento renascentista. 
b) expressou revolta com a situação então vivenciada pela Itália, dividida em repúblicas rivais, sugerindo como solução construir uma grandiosa nação em torno de um príncipe. 
c) forneceu elementos teóricos para que príncipes autoritários de diversas regiões da Itália sufocassem as liberdades individuais e combatessem o poderio que a Igreja Católica havia adquirido. 
d) mostrou que o homem deixaria de ser o lobo do homem quando surgisse um príncipe capaz de impor um contrato social em que os indivíduos abdicassem de direitos em favor do Estado. 

11.“Os escritores e poetas do Renascimento procuraram em suas obras o recurso de uma língua que chegasse a camadas mais amplas da população, deixando de empregar o latim em suas criações literárias, substituindo-o pela língua falada na própria região.”
 (SEVCENKO. N. O renascimento. 1994). 
Essa atitude dos renascentistas é relacionada: 

a) Com a estruturação do poder da Instituição Católica que necessitava de estudos que permitissem um maior controle ideológico sobre a população. 
b) Com a ascensão da aristocracia que necessitava contrapor-se à ordem do Estado Absolutista, tendo no controle do idioma local um forte elemento de resistência ao poder do rei. 
c) Com o surgimento da contestação à ordem capitalista, através do movimento socialista que necessitava de mecanismos de organização da classe trabalhadora, comunicados no idioma local. 
d) Com a afirmação do modelo universalizante de governo imperial empreendido com as reformas napoleônicas. 
e) Com a necessidade dos Estados nascentes que careciam da definição e imposição de uma língua nacional para centralizar e concentrar o poder político sob o seu completo controle. 

12.Muitos pensadores renascentistas formularam princípios que combatiam o autoritarismo político e viam a possibilidade de se construir uma sociedade mais justa e tolerante. Outros, como Maquiavel, inspiraram o absolutismo. Este pensador: 

 a) destacava que o conflito de interesses marca a sociedade humana, defendendo, assim, a centralização política. 
b) apesar do seu pessimismo, defendia princípios democráticos e a ética na política. 
c) tinha idéias parecidas com as de Erasmo, autor do Elogio da Loucura. 
d) estabeleceu uma forte relação com o pensamento político de Aristóteles. 
e) firmou-se como um dos principais pensadores utopistas da época renascentista. 

13.Quem deseja conservar suas conquistas deve ter em mente duas precauções: uma é extinguir o sangue do antigo príncipe; outra é não alterar suas leis e impostos. Desse modo, em tempo muito breve elas se integrarão ao principado antigo, formando um único corpo. 
MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe.

O movimento cultural, filosófico e político que tomou conta da Europa a partir do século XV, chamado Renascimento, legou para nós, mulheres e homens do século XXI, a perspectiva de um mundo possível de ser apreendido através da razão. Um de seus mais destacados representantes, Nicolau Maquiavel, opõe à ética cristã tradicional um pragmatismo político justificável caso os objetivos traçados - a conquista do poder - sejam alcançados. Iniciava-se, assim, um longo processo que marcaria o fim da tutela teológica da Igreja nos mais diversos campos da sociedade européia e que teria seu ápice no movimento iluminista, alguns séculos adiante. 

Sobre esse processo de racionalização por que passou a Europa nesse período é INCORRETO afirmar: 

a) O humanismo foi um movimento intelectual iniciado por indivíduos que tentavam renovar e modificar o padrão de estudos ministrados tradicionalmente nas universidades medievais, dedicando-se à elaboração de uma nova ética baseada no indivíduo. 
b) A perspectiva antropocêntrica dos estudiosos renascentistas, que foram influenciados por autores e textos da Antiguidade clássica, refletiu-se, por exemplo, na imagem do “Homem Vitruviano”, de Leonardo Da Vinci. 
c) Lutero e Calvino podem ser considerados dois representantes do reformismo religioso que rompia com a perspectiva de acumulação de riquezas como expressão religiosa do pensamento burguês. 
d) A Reforma Protestante e o Renascimento são considerados dois movimentos representantes desse processo de racionalização, visto que o primeiro rompeu com os dogmas da Igreja Católica e revelou uma tendência individualista em sua doutrina, enquanto o segundo tinha como ideário a autonomia do pensar e a crítica à sociedade do período. 
e) Inspirado pelo ideal iluminista e apoiada na força econômica e política da burguesia, a Revolução Francesa teve papel decisivo na derrocada do regime absolutista e tornou-se inspiração para a maioria dos movimentos revolucionários do final do século XVIII e XIX em todo o mundo, por exemplo, a independência do Haiti e as revoluções de 1848 na Europa. 

 14.Em fins do século XVI e ao longo do século XVII, o Ocidente foi palco de uma agitação intelectual que resultou no estabelecimento de novos paradigmas científicos. Sobre essa nova visão do mundo, considere as seguintes afirmações. 

I - Ao propor que existem princípios que regem o movimento e que estes podem ser matematicamente demonstrados, Newton rompeu com a visão religiosa da natureza e inaugurou a ciência tal qual a conhecemos. 
II - A idéia de que a Terra não é o centro do Universo, mas gira em torno do Sol, foi inicialmente classificada como herética pela Igreja; porém, diante das evidências, acabou sendo incorporada pelo pensamento cristão da época. 
III - Um dos pilares dessas novas concepções acerca da natureza foi o avanço das técnicas de observação, que expandiu os limites da visão ao micro e ao macroscópico. 

Quais estão corretas?
a) Apenas I. 
b) Apenas I e II. 
c) Apenas I e III. 
d) Apenas II e III. 
e) I, II e III. 

15. Leia este trecho, em que se faz referência à construção do mundo moderno: ... os modernos são os primeiros a demonstrar que o conhecimento verdadeiro só pode nascer do trabalho interior realizado pela razão, graças a seu próprio esforço, sem aceitar dogmas religiosos, preconceitos sociais, censuras políticas e os dados imediatos fornecidos pelos sentidos. 
CHAUÍ, Marilena. "Primeira filosofia". 4. ed. São Paulo: Brasiliense, 1985. p. 80. 

 A partir da leitura desse trecho, é CORRETO afirmar que a formação do mundo moderno se caracteriza por: 

a) nova postura com relação ao conhecimento, a qual transforma o modo de entendimento do mundo e do próprio homem. 
b) ruptura com as concepções antropocêntricas, a qual modifica as relações hierárquicas senhoriais. 
c) ruptura com o mundo antigo, a qual caracteriza um distanciamento do homem face aos diversos movimentos religiosos. 
d) adaptações do pensamento contemplativo, as quais reafirmam a primazia do conhecimento da natureza em relação ao homem. 
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1.Com relação às mudanças na arte e na ciência, no início da idade Moderna, analise as afirmativas abaixo:

I. As ideias de Copérnico abalaram as concepções de mundo da sua época, ao estabelecer as bases científicas do heliocentrismo. 
II. As censuras e as perseguições da Inquisição inibiram descobertas científicas e condenaram sábios, como Giordano Bruno. 
III. As famosas leis formuladas por Isaac Newton serviram de base para o crescimento da ciência moderna, destacando-se também suas noções de espaço e tempo absolutos. 
IV. As mudanças na produção do conhecimento, nos séculos XVI e XVIII, foram acompanhadas por renovações expressivas na arte e na música com Rembrandt, Valázquez, Vivaldi entre outros. 
V. A filosofia de Descartes trouxe renovação importante na forma de pensar o mundo. Depois da análise, conclui-se que estão corretas: 

a) todas as afirmativas. 
b) apenas as afirmativas I e III. 
c) apenas as afirmativas I, II e III. 
d) apenas as afirmativas II e IV. 
e) apenas as afirmativas I, III e IV. 

2. No advento do mundo moderno, foi vivenciada uma verdadeira “Revolução Científica”. Considerando as características que possibilitaram essa Revolução Científica, assinale a alternativa INCORRETA: 

a) As descobertas da chamada ciência moderna foram constituídas a partir de uma grande interação com o passado de civilizações como os gregos e árabes; 
b) O desenvolvimento dos trabalhos dos cientistas foi favorecido pela diminuição da influência da Igreja Católica diante da Reforma Religiosa; 
c) A chamada Revolução Científica, conhecida também como o Renascimento, encontrou maiores estímulos nas tendências humanista e racionalista em desenvolvimento no período; 
d) Essa renovação na ciência foi elemento de fortalecimento da Igreja Católica diante das ameaças da Reforma protestante; 
e) Os avanços científicos viabilizados por uma nova interpretação do papel do homem, com bases em uma postura racionalista foram elementos básicos para o advento do capitalismo. 

3. Renascimento cultural, Reformas religiosas, Expansão marítima: esses três movimentos simbolizam um mundo em transformação. Apresentaram características comuns, mas desenvolveram-se em áreas e com objetivos bastante diferentes. Sobre suas semelhanças e diferenças, podemos destacar que os três movimentos demonstraram o desejo de:

 a) romper com as temáticas religiosas, tão presentes na Idade Média, mas ocorreram em locais bastante distintos: o Renascimento ocorreu na Itália, as Reformas deram-se na Alemanha e na Suíça e a Expansão Marítima partiu da Península Ibérica. 
b) recuperar os valores éticos e estéticos da Antiguidade Clássica, mas buscaram modelos distintos: o Renascimento retomou padrões da arquitetura greco-romana, as Reformas restauraram o politeísmo e a Expansão Marítima reconquistou o Mediterrâneo. 
c) ampliar a influência européia para outras partes do planeta, mas dirigiram seus esforços para regiões variadas: o Renascimento foi levado às colônias africanas, as Reformas lutaram contra o islamismo no Oriente Médio e a Expansão Marítima permitiu a conquista da América. 
 d) valorizar o humano, mas se preocuparam com aspectos diferentes de suas possibilidades: o Renascimento voltou-se a uma visão científica do mundo, as Reformas privilegiaram o livre-arbítrio e a Expansão Marítima rompeu limites da mentalidade medieval. 
e) revitalizar as cidades, mas recorreram a estratégias diferentes: o Renascimento atraiu visitantes aos museus, as Reformas produziram construções de imponentes catedrais e a Expansão Marítima trouxe novas mercadorias para o comércio urbano. 

4.O Renascimento cultural teve sua origem nas mudanças políticas, econômicas e sociais ocorridas a partir da Baixa Idade Média. Foram transformações dos padrões de comportamento, das crenças, das instituições, dos valores espirituais e materiais transmitidos coletivamente e que atingiram a alta burguesia e a nobreza, excluindo os demais segmentos da sociedade.
 (Myriam Mota e Patrícia Braick, História: das cavernas ao Terceiro Milênio) 

Dentre as transformações a que as autoras se referem, é correto mencionar: 

a) a afirmação dos Estados liberais, sob controle da burguesia, a partir da retomada do estudo do Direito Romano nas universidades. 
b) o desenvolvimento das atividades mercantis, que fez surgir uma nova camada social interessada em valorizar o indivíduo e a razão. 
c) o fortalecimento da autoridade dos doutores da Igreja católica, que defendiam a fé como meio de compreensão da realidade material. 
d) a ascensão política das camadas populares, que questionaram a visão de mundo centrada em Deus e incentivaram a crítica e a experimentação. 
e) a consolidação do sistema fabril, substituindo as corporações medievais, devido às novas exigências da economia autossuficiente. 

 5.Sobre o Renascimento, assinale a alternativa CORRETA. 

a) As chamadas grandes navegações não mantinham relação com o mundo renascentista. 
b) Foi um movimento que coincidiu com a falência do Estado Absolutista. 
c) Houve o envolvimento de todas as camadas, principalmente dos segmentos mais populares. 
d) A fé era a medida de todas as coisas. 
e) Inspirados nos valores culturais greco-romanos, os artistas criaram uma arte inovadora. 

 6. Quem deseja conservar suas conquistas deve ter em mente duas precauções: uma é extinguir o sangue do antigo príncipe; outra é não alterar suas leis e impostos. Desse modo, em tempo muito breve elas se integrarão ao principado antigo, formando um único corpo.  
MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe. 

O Renascimento europeu dos séculos XV e XVI anunciava um novo homem, liberto do véu da teologia, envolvido com a natureza que se torna a medida de todas as coisas, capaz de inovar em todos os ramos do conhecimento e suficientemente curioso para ultrapassar as fronteiras da Europa. A inquietação desse homem renascentista deu-lhe a condição de descobridor do Novo Mundo.
  (adaptado de RODRIGUES, Antonio E.M. e FALCON, Francisco J.C. Tempos Modernos. RJ: Civilização Brasileira, 2000.) 

O texto acima apresenta a grande novidade dos Tempos Modernos: o novo homem. A partir dessa conclusão, assinale a opção que indica melhor o potencial de visão desse novo homem. 

a) O homem renascentista construiu um novo mundo - a Ásia -, uma nova filosofia - o Iluminismo - e uma nova forma de religião - o Politeísmo - todos eles resultantes dos contatos com a América. 
b) O homem moderno ocupou-se, principalmente, em construir uma nova religião, amparada no conceito de natureza, povoada de mitos antigos e baseada no sistema politeísta persa. 
c) O homem renascentista, preocupado com o seu corpo, desenvolveu as artes como primeiro e absoluto instrumento de realização de sua beleza, levando-o a um processo de alienação que o fez voltar à religiosidade medieval. 
d) O caráter universal é a marca que recebe esse homem renascentista, pois a universalidade era a virtude que o colocava no mesmo nível de Deus; por isso, tantas representações literárias e artísticas voltadas para o universo religioso no período. 
e) O homem renascentista, apegado à natureza, construiu um novo mundo, que se compunha de uma nova economia - o mercantilismo -, de uma nova política - os Estados modernos - e de um novo lugar de onde ele olhava todas essas coisas: a cidade moderna. 

7. O Renascimento europeu dos séculos XV e XVI anunciava um novo homem, liberto do véu da teologia, envolvido com a natureza que se torna a medida de todas as coisas, capaz de inovar em todos os ramos do conhecimento e suficientemente curioso para ultrapassar as fronteiras da Europa. A inquietação desse homem renascentista deu-lhe a condição de descobridor do Novo Mundo. 
 (adaptado de RODRIGUES, Antonio E.M. e FALCON, Francisco J.C. Tempos Modernos. RJ: Civilização Brasileira, 2000.) 

O texto acima apresenta a grande novidade dos Tempos Modernos: o novo homem. A partir dessa conclusão, assinale a opção que indica melhor o potencial de visão desse novo homem. 

 a) O homem renascentista construiu um novo mundo - a Ásia -, uma nova filosofia - o Iluminismo - e uma nova forma de religião - o Politeísmo - todos eles resultantes dos contatos com a América. 
b) O homem moderno ocupou-se, principalmente, em construir uma nova religião, amparada no conceito de natureza, povoada de mitos antigos e baseada no sistema politeísta persa. 
c) O homem renascentista, preocupado com o seu corpo, desenvolveu as artes como primeiro e absoluto instrumento de realização de sua beleza, levando-o a um processo de alienação que o fez voltar à religiosidade medieval. 
d) O caráter universal é a marca que recebe esse homem renascentista, pois a universalidade era a virtude que o colocava no mesmo nível de Deus; por isso, tantas representações literárias e artísticas voltadas para o universo religioso no período. 
e) O homem renascentista, apegado à natureza, construiu um novo mundo, que se compunha de uma nova economia - o mercantilismo -, de uma nova política - os Estados modernos - e de um novo lugar de onde ele olhava todas essas coisas: a cidade moderna. 

8. O quadro que Leonardo da Vinci revela uma das facetas do grande artista do Renascimento que durante a vida transformou sua experiência de mundo em arte, sempre pronto a inovar. Essa criatividade levou Leonardo da Vinci a ser conhecido como um homem que 

a) transformou a arte da escultura ao expressar através dela a grandeza da vida espiritual. 
b) abdicou de sua riqueza para se dedicar à pintura de personagens da Corte de Florença. 
c) se envolveu com a natureza, com a sociedade e com todos os ramos de artes, de modo tão intenso que passou a ser conhecido como um artista-cientista. 
d) se dedicou às artes e às ciências através da teoria do direito divino, aplicada nos seus exercícios de anatomia. 
e) participou de várias sociedades secretas que tinham por objetivo reescrever os textos bíblicos com o intuito de apresentar a verdadeira face de Jesus. 

9. Em 1516, o escritor inglês Thomas Morus publicou o livro A Utopia, em que imaginava uma cidade perfeita. Uma das leis dessa cidade ordena que ninguém seja censurado pela religião que professa. O rei Utopos, no início da nação, ao ouvir dizer que os habitantes da ilha estavam, até à sua chegada, em permanentes discussões e lutas por causa de suas religiões [...] promulgou um decreto que declarava que cada homem podia seguir a religião que quisesse, e que poderia fazer todo o possível para conquistar a adesão dos outros, com a condição única de o fazer calmamente, com sobriedade e doçura, sem invectivas e desprezo por eles.  
MORUS, Thomas. A Utopia. São Paulo: Martin Claret, 2002. p. 102. 

Criticando a situação vivida pela Europa naquele momento, o trecho se refere, especificamente, 

 a) às tentativas de intromissão dos reis absolutistas nos assuntos religiosos, com o intuito de assumirem o poder religioso. 
b) às tensões decorrentes das cisões ocorridas na cristandade, das quais resultou a formação da Igreja Ortodoxa Grega. 
c) à emergência de idéias religiosas que pregavam o fim do cristianismo, como as heresias do período renascentista. 
 d) à intolerância da Igreja Católica diante de outros credos religiosos, contrariando os ideais do cristianismo. 

10. Nicolau Maquiavel (1469-1527) escreveu em O Príncipe: E como disse ter sido necessário, para que conhecesse a virtude de Moisés, que o povo de Israel estivesse escravizado no Egito; [...] - assim, presentemente, querendo-se conhecer o valor de um príncipe italiano, seria necessário que a Itália chegasse ao ponto em que se encontra agora. Que estivesse mais escravizada do que os hebreus, mais oprimida do que os persas, mais desunida que os atenienses, sem chefe, sem ordem, batida, espoliada, lacerada, invadida, e que houvesse, enfim, suportado toda sorte de calamidades. [...] Assim, tendo ficado como sem vida, espera a Itália aquele que lhe possa curar as feridas e ponha fim ao saque da Lombardia, aos tributos do reino de Nápoles e da Toscana, e que cure as suas chagas já há muito apodrecidas.[...] Vê-se, ainda, que se acha pronta e disposta a seguir uma bandeira, uma vez que haja quem a levante.  
MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe. São Paulo: Nova Cultural, 1991. p. 107-108. 

Considerando o fragmento acima e o momento histórico dessa obra, é possível afirmar que Maquiavel 

 a) defendeu que, ao príncipe, seria mais seguro ser amado do que temido pelos seus súditos, concordando com a concepção tomista, que influenciava o pensamento renascentista. 
b) expressou revolta com a situação então vivenciada pela Itália, dividida em repúblicas rivais, sugerindo como solução construir uma grandiosa nação em torno de um príncipe. 
c) forneceu elementos teóricos para que príncipes autoritários de diversas regiões da Itália sufocassem as liberdades individuais e combatessem o poderio que a Igreja Católica havia adquirido. 
d) mostrou que o homem deixaria de ser o lobo do homem quando surgisse um príncipe capaz de impor um contrato social em que os indivíduos abdicassem de direitos em favor do Estado. 

11.“Os escritores e poetas do Renascimento procuraram em suas obras o recurso de uma língua que chegasse a camadas mais amplas da população, deixando de empregar o latim em suas criações literárias, substituindo-o pela língua falada na própria região.”
 (SEVCENKO. N. O renascimento. 1994). 
Essa atitude dos renascentistas é relacionada: 

a) Com a estruturação do poder da Instituição Católica que necessitava de estudos que permitissem um maior controle ideológico sobre a população. 
b) Com a ascensão da aristocracia que necessitava contrapor-se à ordem do Estado Absolutista, tendo no controle do idioma local um forte elemento de resistência ao poder do rei. 
c) Com o surgimento da contestação à ordem capitalista, através do movimento socialista que necessitava de mecanismos de organização da classe trabalhadora, comunicados no idioma local. 
d) Com a afirmação do modelo universalizante de governo imperial empreendido com as reformas napoleônicas. 
e) Com a necessidade dos Estados nascentes que careciam da definição e imposição de uma língua nacional para centralizar e concentrar o poder político sob o seu completo controle. 

12.Muitos pensadores renascentistas formularam princípios que combatiam o autoritarismo político e viam a possibilidade de se construir uma sociedade mais justa e tolerante. Outros, como Maquiavel, inspiraram o absolutismo. Este pensador: 

 a) destacava que o conflito de interesses marca a sociedade humana, defendendo, assim, a centralização política. 
b) apesar do seu pessimismo, defendia princípios democráticos e a ética na política. 
c) tinha idéias parecidas com as de Erasmo, autor do Elogio da Loucura. 
d) estabeleceu uma forte relação com o pensamento político de Aristóteles. 
e) firmou-se como um dos principais pensadores utopistas da época renascentista. 

13.Quem deseja conservar suas conquistas deve ter em mente duas precauções: uma é extinguir o sangue do antigo príncipe; outra é não alterar suas leis e impostos. Desse modo, em tempo muito breve elas se integrarão ao principado antigo, formando um único corpo. 
MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe.

O movimento cultural, filosófico e político que tomou conta da Europa a partir do século XV, chamado Renascimento, legou para nós, mulheres e homens do século XXI, a perspectiva de um mundo possível de ser apreendido através da razão. Um de seus mais destacados representantes, Nicolau Maquiavel, opõe à ética cristã tradicional um pragmatismo político justificável caso os objetivos traçados - a conquista do poder - sejam alcançados. Iniciava-se, assim, um longo processo que marcaria o fim da tutela teológica da Igreja nos mais diversos campos da sociedade européia e que teria seu ápice no movimento iluminista, alguns séculos adiante. 

Sobre esse processo de racionalização por que passou a Europa nesse período é INCORRETO afirmar: 

a) O humanismo foi um movimento intelectual iniciado por indivíduos que tentavam renovar e modificar o padrão de estudos ministrados tradicionalmente nas universidades medievais, dedicando-se à elaboração de uma nova ética baseada no indivíduo. 
b) A perspectiva antropocêntrica dos estudiosos renascentistas, que foram influenciados por autores e textos da Antiguidade clássica, refletiu-se, por exemplo, na imagem do “Homem Vitruviano”, de Leonardo Da Vinci. 
c) Lutero e Calvino podem ser considerados dois representantes do reformismo religioso que rompia com a perspectiva de acumulação de riquezas como expressão religiosa do pensamento burguês. 
d) A Reforma Protestante e o Renascimento são considerados dois movimentos representantes desse processo de racionalização, visto que o primeiro rompeu com os dogmas da Igreja Católica e revelou uma tendência individualista em sua doutrina, enquanto o segundo tinha como ideário a autonomia do pensar e a crítica à sociedade do período. 
e) Inspirado pelo ideal iluminista e apoiada na força econômica e política da burguesia, a Revolução Francesa teve papel decisivo na derrocada do regime absolutista e tornou-se inspiração para a maioria dos movimentos revolucionários do final do século XVIII e XIX em todo o mundo, por exemplo, a independência do Haiti e as revoluções de 1848 na Europa. 

 14.Em fins do século XVI e ao longo do século XVII, o Ocidente foi palco de uma agitação intelectual que resultou no estabelecimento de novos paradigmas científicos. Sobre essa nova visão do mundo, considere as seguintes afirmações. 

I - Ao propor que existem princípios que regem o movimento e que estes podem ser matematicamente demonstrados, Newton rompeu com a visão religiosa da natureza e inaugurou a ciência tal qual a conhecemos. 
II - A idéia de que a Terra não é o centro do Universo, mas gira em torno do Sol, foi inicialmente classificada como herética pela Igreja; porém, diante das evidências, acabou sendo incorporada pelo pensamento cristão da época. 
III - Um dos pilares dessas novas concepções acerca da natureza foi o avanço das técnicas de observação, que expandiu os limites da visão ao micro e ao macroscópico. 

Quais estão corretas?
a) Apenas I. 
b) Apenas I e II. 
c) Apenas I e III. 
d) Apenas II e III. 
e) I, II e III. 

15. Leia este trecho, em que se faz referência à construção do mundo moderno: ... os modernos são os primeiros a demonstrar que o conhecimento verdadeiro só pode nascer do trabalho interior realizado pela razão, graças a seu próprio esforço, sem aceitar dogmas religiosos, preconceitos sociais, censuras políticas e os dados imediatos fornecidos pelos sentidos. 
CHAUÍ, Marilena. "Primeira filosofia". 4. ed. São Paulo: Brasiliense, 1985. p. 80. 

 A partir da leitura desse trecho, é CORRETO afirmar que a formação do mundo moderno se caracteriza por: 

a) nova postura com relação ao conhecimento, a qual transforma o modo de entendimento do mundo e do próprio homem. 
b) ruptura com as concepções antropocêntricas, a qual modifica as relações hierárquicas senhoriais. 
c) ruptura com o mundo antigo, a qual caracteriza um distanciamento do homem face aos diversos movimentos religiosos. 
d) adaptações do pensamento contemplativo, as quais reafirmam a primazia do conhecimento da natureza em relação ao homem. 
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1 comentários:

Karen Laís disse...

Oi, por acaso vc não tem o gabarito dos exercícios?